sábado, 16 de maio de 2009
quarta-feira, 13 de maio de 2009
Amor
O amor! É o sentimento que mais desperta furor!
O amor é a essência da vida, se você nunca amou ninguém, um dia ainda vai amar.
Nenhum lugar no mundo pode retratar melhor o amor, do que Paris!
Paris é por excelência um destino romântico, é onde o amor se incendeia com tudo o que ele precisa para se intensificar.
Ninguém resiste a um passeio pelo Rio Sena, a subida a Torre Eiffeil, ou a namorar nos jardins parisienses...
terça-feira, 12 de maio de 2009
Tango Roxanne No Moulin Rouge
Sensualidade e beleza numa das apresentações de dança mais apreciadas do mundo!
segunda-feira, 11 de maio de 2009
Os 10 quadros mais valiosos do mundo!
01- O top da lista: Portrait of Adele Bloch-Bauer, de Gustav Klint - $135.000.000,00
02- Garçon à la Pipe, também de Picasso - $104.100.000,00
03 - Dora Maar com Gato, de Picasso - $92.500.000,00Zanzando sem metrô por París
Dos mais de 40 livros escritos por Raymond Queneau (1903-1976), apenas um foi publicado no Brasil, Zazie no metrô (Zazie dans le métro, 1959), duas vezes. A segunda acaba de sair, em comemoração aos 50 anos do livro, com tradução de Paulo Werneck, pela Cosac Naify.Doukipudonktan, a palavra que abre o romance é uma transcrição literal de D’où qu’ils puent donc tant?; Dondekevemtantofedô, na tradução de Werneck; Pômakifedô, na versão mais precisa, pelo menos no que diz respeito à métrica, de Iréne Harlek Cubric, na edição de 1985, feita pela Rocco. Sujeito que dava murros na linguagem, Queneau foi chamado de lutador por Roland Barthes no ensaio escrito logo que a obra foi publicada na França, Zazie e a literatura, reproduzido no posfácio desta nova edição. Barthes, que havia iniciado o seu Mitologias, anos antes, com um ensaio sobre a arte da luta livre, escreveu que, para Queneau, “a literatura é uma categoria da palavra, portanto da existência, que diz respeito a toda a humanidade”.Nascido em Le Havre, na Normandia, formado em grego, latim, matemática, filosofia e psicologia antes dos 20 anos (cursou a Sorbonne, de 1921 a 1923), Raymond Queneau serviu o exército francês nas antigas possessões francesas do Marrocos e Argélia. Incapaz de aceitar uma literatura que não desse conta da linguagem de um zouave, o soldado francês do Norte da África, ou das pessoas simples do interior, Queneau se ligou aos surrealistas em sua volta a Paris, e, em 1928, se casou com Janine Kahn, irmã de Simone, a ex-namorada de André Breton. Queneau, que já havia manifestado o seu desagrado com o apoio dos surrealistas à ditadura stalinista na União Soviética, romperia com Breton em 1930, assinando o manifesto Un cadavre (Um cadáver), em 1930, junto com Georges Bataille, Michel Leiris, Alejo Carpentier e Jacques Prévert, entre outros, na grande cisma do Surrealismo francês. Em seu primeiro livro, Le chiendent (A romanzeira), publicado em 1933 e considerado por muitos a sua melhor obra, a linguagem das ruas é a personagem principal. Em 1947, ele lançou Exercices de style (Exercícios de estilo), em que ele conta a mesma história (a de um homem que vê outro sujeito duas vezes no mesmo dia) de 99 maneiras diferentes. Funcionário da editora Gallimard durante décadas (primeiro como leitor, depois como diretor editorial), Queneau foi o pricipal editor da série Plêiade, famosa enciclopédia de história e literatura dos anos 1950. Considerado um dos precursores do noveau roman francês, ele parodiou o principal autor do movimento, Alain Robbe-Grillet, no romance Le vol d’Icare (O voo de Ícaro), de 1968. Foi também o criador do Oulipo, sigla de Ouvroir de Littérature Potentiel (algo como Oficina de Literatura em Potencial), grupo que explorava os limites e a possibilidades da literatura e que tinha como integrantes Italo Calvino, Georges Perec, Jacques Roubaud e François Le Lionais, entre outros.Zazie no metrô é um épico de dois dias na vida de uma menina do interior, de 12 ou 13 anos, desbocada e rabujenta, que vai visitar o tio em Paris. Gabriel, o tio, trabalha travestido de dançarina em uma boate gay. É casado com Marceline, mulher de fala suave que no final do livro aparece como Marcel. O sonho da garota é passear no metrô da capital francesa, mas uma greve a impede de realizar o seu desejo. Ela foge e é encontrada por um homem sem nome, que diz que quer levá-la de volta ao tio, mas que também pode ser um tarado ou um policial.Gabriel a reencontra e decide fazer um passeio com a menina pelas ruas de Paris no táxi de um amigo, périplo que acaba em uma série de confusões envolvendo personagens estranhas como um papagaio, uma viúva, um sapateiro, um dono de bar, uma garçonete e um guia turístico. Quando terminam as aventuras, ao voltar para casa, a mãe (uma prostituta que passou os dois dias com um soldado num hotel) pergunta o que ela fez e a menina apenas responde: “Envelheci”.Zazie no metrô foi filmado em 1960, por Louis Malle, com Philippe Noiret no papel do tio Gabriel e Catherine Demonget como a menina. A nova edição da Cosac traz com brinde, num volume anexo, um capítulo inédito encontrado entre os manuscritos de Queneau em que a garota, enfim, conhece o metrô, e que foi cortado da edição definitiva do livro.Zazie no metrô, Raymond Queneau. Tradução de Paulo Werneck. Cosac Naify (São Paulo). 192 págs. R$ 45DORVA REZENDE
Daimonds Are a Girls best Friend
Este video fora extraído do filme Moulin rouge, onde a facinante SATINE encanta os visites do cabaret com todo o seu poder de sedução e exibição de pura luxúria.
Victor Hugo

Filho de Joseph Hugo e de Sophie Trébuchet, nasceu em Besançon, no Doubs, mas passou a infância em Paris. Estadas em Nápoles e na Espanha acabaram por influenciar profundamente sua obra. Funda com os seus irmãos em 1819 uma revista, o Conservateur littéraire (Conservador literário), que já chama a atenção para o seu talento. No mesmo ano, ganha o concurso da Académie des Jeux Floraux.
O seu primeiro recolhimento de poemas, Odes, é publicado em 1822: tem então vinte e sete anos. Com Cromwell, publicado em 1827, alcança o sucesso. No prefácio deste drama em versos, que não foi encenado enquanto esteve vivo, opõe-se às convenções clássicas, em especial à unidade de tempo e à unidade de lugar.
Tem, até uma idade avançada, diversas amantes, sendo a mais famosa Juliette Drouet, atriz sem talento que lhe dedica a sua vida, e a quem ele escreve numerosos poemas. Ambos passavam juntos o aniversário do seu encontro e preenchiam, nesta ocasião, ano após ano, um caderno comum que nomeavam o Livro do aniversário.
Criado por sua mãe no espírito da monarquia, acaba por se convencer, pouco a pouco, do interesse da democracia ("Cresci", escreve num poema onde se justifica). A sua ideia é que "onde o conhecimento está apenas num homem, a monarquia se impõe." "Onde está num grupo de homens, deve fazer lugar à aristocracia. E quando todos têm acesso às luzes do saber, então vem o tempo da democracia".
Tendo se tornado favorável a uma democracia liberal e humanitária, é eleito deputado da Segunda República em 1848, e apoia a candidatura do príncipe Louis-Napoléon.
Exila-se após o golpe de Estado de 2 de Dezembro de 1851, que condena vigorosamente por razões morais em "Histoire d'un crime".
Durante o Segundo Império, em oposição a Napoléon III, vive em exílio em Jersey, Guernsey e Bruxelas. É um dos únicos proscritos a recusar a anistia decidida algum tempo depois: « Et s'il n'en reste qu'un, je serai celui-là » ("e se sobra apenas um, serei eu").
Com a morte da sua filha, Leopoldina, começa a descobrir e investigar experiências espíritas relatadas numa obra diferente nomeada "Les tables tournantes de Jersey".
De acordo com seu último desejo, seu corpo é depositado em um caixão humilde que é enterrado no Panthéon.
Tendo ficado vários dias exposto sob o Arco do Triunfo, estima-se que 1 milhão de pessoas vieram lhe prestar uma última homenagem.
Festival de Cannes

Catedral de Notre-Dame
A Catedral de Notre-Dame de Paris é uma das mais antigas catedrais francesas em estilo gótico. Iniciada sua construção no ano de 1163, é dedicada a Maria, Mãe de Jesus Cristo (daí o nome Notre-Dame – Nossa Senhora), situa-se na praça Parvis, na pequena ilha Île de la Citê em Paris, França, rodeada pelas águas do Rio Sena. A catedral surge intimamente ligada à ideia de gótico no seu esplendor, ao efeito claro das necessidades e aspirações da sociedade da altura, a uma nova abordagem da catedral como edifício de contacto e ascensão espiritual.
A arquitectura gótica é um instrumento poderoso no seio de uma sociedade que vê, no início do século XI, a vida urbana transformar-se a um ritmo acelerado. A cidade ressurge com uma extrema importância no campo político, no campo económico (espelho das crescentes relações comerciais), ascendendo também, por seu lado, a burguesia endinheirada e a influência do clero urbano. Resultado disto é uma substituição também das necessidades de construção religiosa fora das cidades, nas comunidades monásticas rurais, pelo novo símbolo da prosperidade citadina, a catedral gótica. E como reposta à procura de uma nova dignidade crescente no seio de França, surge a Catedral de Notre-Dame de Paris.
domingo, 10 de maio de 2009
Baudelaire
Se você gostou e quer conhecer mais sobre esse poeta frances, é só entrar nos links abaixo... bom divertimento!!!
Para ler online: (em Português)
http://br.geocities.com/edterranova/baudela.htm
Para ler online: (em Françês)Les Fleur du Mal
http://hypermedia.univ-paris8.fr/bibliotheque/Baudelaire/Baudelaire.html
Para baixar: (em Françês) http://www.gutenberg.org/etext/6099 ou
sábado, 9 de maio de 2009
Louis Vuitton, a marca da Luxuria

quarta-feira, 6 de maio de 2009
A moda na França

"Chique e barato" é o novo lema dos "fashionistas" na era da democratização do luxo, apontam especialistas em moda entrevistados pelo jornal francês "Libération".
"A aparência conta mais do que nunca", sentenciou Evelyne Chaballier, do Instituto Francês da Moda. Para a estudiosa, a sociedade acredita que "é preciso ter uma aparência jovem e na moda", não importando se a roupa vem de uma grife de alta costura, como Prada, ou de uma grande rede de moda popular, como a Zara.
Acabou o tempo em que a moda era um sinal visível de status social: grandes empresas fabricantes de moda a "baixo custo", como H&M, Zara, Mango e Topshop crescem cada vez mais, seguindo as mesmas tendências das grandes grifes.
Com a parceria entre nomes como Karl Lagerfeld, Roberto Cavalli e Stella McCartney e a rede de lojas H&M, a moda popular conquistou também as pessoas ricas, que não hesitam em comprar por um preço 15 vezes mais baixo "um casaco à Balenciaga" no lugar da peça original.
"De tanto ouvir algumas mulheres me dizerem que adoravam minha moda, mas não podiam permitir-se comprá-la, tive vontade de ir ao encontro delas", explicou Stella McCartney.
De acordo com o professor de ciências políticas Serge Carreira, o fim do século XX, as casas de moda tradicionais passaram a ser controladas por conglomerados como o grupo LVMH, e a moda tornou-se assunto de empresários, que para aumentar seu faturamento mudaram de velocidade, copiando os ciclos da "fast fashion": não mais apresentavam duas coleções por ano, mas também pré-coleções, "moda cruzeiro" etc, colocando no mercado pelo menos sete ou oito novas linhas a cada ano.
Além disso, foram criadas linhas de preços mais acessíveis, como D&G, da grife Dolce & Gabban, Just Cavalli, de Roberto Cavalli, e Armani Jeans, de Giorgio Armani.
"As marcas de 'fast fashion' apresentam as mesmas características das grifes de luxo, usam os mesmos fotógrafos para as campanhas publicitárias, têm a mesma clientela e as lojas estão nos mesmos pontos estratégicos, no centro das cidades, tornando cada vez mais tênue a fronteira entre a alta costura e a moda popular", disse Carreira.
terça-feira, 5 de maio de 2009
"À Procura de um Olhar"
Salut!Salve, salve pessoal!!!
Aqui quem fala novamente é a Marciana!
Minha postagem de hoje será novamente uma dica de exposição em comemoração ao ano da França no Brasil!
Desta vez trata-se de uma mostra inaugurada semana passada na Pinacoteca de São Paulo, intitulada “À Procura de um Olhar”, que reúne olhares de brasileiros e franceses!
“À Procura de um Olhar” reúne 184 imagens dos franceses (ou radicados no país) Pierre Verger, Claude Lévi-Strauss, Marcel Gautherot, Jean Manzon, Bruno Barbey, Antoine D’Agata e Oliva Gay e dos brasileiros Luiz Braga, Mauro Restiffe e Tiago Santana.
Somando dez fotógrafos, entre brasileiros e franceses, com olhares bem distintos, mas que em alguns momentos conseguem se misturar em um único foco!
Vale apena conferir!
À PROCURA DE UM OLHAR
Quando: de 25/4 até 28/6
Onde: Pinacoteca do Estado (pça. da Luz, 2, tel. 0/xx/11/3324-1000); livre, exceto sala de D'Agata (14 anos)
Quanto: R$ 4; com entrada franca aos sábados!
Site: http://www.pinacoteca.org.br/
P.S.: "A imagem acima é de Antoine D'Agata (feita na Luz, em SP)."
Alors... espero que tenham gostado da dica!
au revoir!!!
domingo, 3 de maio de 2009

quarta-feira, 29 de abril de 2009
Musica na frança -Lily Pons
Pons primeiro estudou piano no conservatório de Paris, ganhando o primeiro premio na idade de 15 anos. Durante a primeira guerra, ela tocou piano e cantou para os soldados no hospital de Paris. Ela também cantou na recepção em Cannes. Em 1925, encorajada pelo soprano Dyna Beumer, ela começou tomar lições de canto com Alberti de Gorostiaga em Paris.
Ela fez com exito seu debut em opera com o papel de Lakmé, de Leo Delibes em Mulhouse em 1928 e foi cantando vários papéis de coloratura nas provinciais casas de ópera da França.
Ela foi descoberta pelo empresario Giovanni Zenatello, que a levou para Nova Iorque, onde ela foi ouvida por Giulio Gatti-Casazza, o principal diretor do Metropolitan Opera. Em 3 de Janeiro de 1931, a desconhecida garota francesa fez um incrível debut no Met como Lucia em Lucia di Lammermoor, deDonizetti. Contra tudo que se esperava, sua interpretação recebeu tremenda aclamação. Tornou-se uma estrela. Ela também assinou um contrato com a gravadora RCA Victor.
Pons foi uma das principais dopranos no Met por trinta anos, aparecendo em 300 apresentações em dez papéis desde 1931 até 1960. Sua mais freqüente performance era como Lucia (93 performances), Lakmé (50 performances), Gilda em Rigoletto (49 performances), e Rosina em O Barbeiro de Sevilha (33 performances). Putros papéis em seu repertório incluia Olympia em Os Contos de Hoffman, Philine em Mignon, Amina em La Sonnambula, Marie em La fille du Regiment, a rainha em Le Coq d'Or, e o papel titulo em Linda di Chamounix, (um papel que ela cantou pela primeira vez no Met em 1 de Março de 1934). Em sua ultima apresentação no Met, em 14 de Dezembro de 1960, ela cantou "Caro nome" de Rigoletto como parte de uma performance de gala.
Ela também fez apresentações como convidada na Opéra Garnier em Paris, Covent Garden em Londres, La Monnaie em Brussels, Teatro Colón em Buenos Aires, a Chicago Opera e a San Francisco Opera. Após dua despedida do Met, ela continuou a cantar em concertos até 1972. Alem disso, ela estrelou em três filmes RKO: I Dream Too Much (1935) com Henry Fonda, That Girl From Paris (1936) e Hitting a New High (1937).
Em 1940, ela veio a se naturalizar cidadã americana. De 1938 a 1958, ela foi casada com o condutor André Kostelanetz. Durante a Segunda Guerra, ela viajou aos campos de batalha do Norte da Africa e Leste da Ásia. Seu país de nascença concedeu sua Croix de Lorraine e a Légion d'Honneur.
Lily Pons possuía uma voz pequena, mas em seus dias passados, com uma impecável técnica e muito segura em notas agudas. Ela foi o primeiro soprano que facilmente alcançou o Mi agudo de Lakmé, de Delibes. Com sua boa aparência, ela encantava um publico acostumado a sopranos gordas. Nina Morgana, uma companheira do soprano no Met, indicou que Pons vocalisava até o Lá-bemol acima do Dó agudo (Ab5) sem o menor esforço visível durante seus primeiros encontros nos anos 30.
Ela faleceu de câncer pancreático em Dallas, Texas com a idade de 77, e seus restos mortais foram levados para seu lugar de nascença e enterrada no Cimetière du Grand Jas em Cannes na Riviera Francesa.
terça-feira, 28 de abril de 2009
Belle Època

A Belle Époque foi considerada uma era de ouro da beleza, inovação e paz entre os países europeus. Novas invenções tornavam a vida mais fácil em todos os níveis sociais, e a cena cultural estava em efervescência: cabarés, o cancan, e o cinema haviam nascido, e a arte tomava novas formas com o Impressionismo e a Art Nouveau. A arte e a arquitetura inspiradas no estilo dessa era, em outras nações, são chamadas algumas vezes de estilo "Belle Époque".
sábado, 25 de abril de 2009
Molière / Dramaturgo Francês


Can Can/ Uma dança Francesa

Desde 1850, Céleste Mogador, dançarina vedete do Bal Mabille, em Paris - que mais tarde se juntaria a orquestra do cabaré Moulin Rouge - inventou uma dança nova, a quadrilha: Oito minutos para cortar a respiração em harmonias perfeitas e com Offenbach como mestre da música incontestável.
A quadrilha era composta por meninas de 1,70 metro de altura, vestindo roupas coloridas e esvoaçantes, com liberdade de movimentos, ao som de trombones e cornetas. A nova dança foi considerada um ritmo endiabrado, de contrapeso, flexibilidade, em passos extremos de sensualidade e acrobacias, em que as dançarinas, em seu traje fascinante, faziam perder a cabeça de toda a Paris.
Em Londres, em 1861, Charles Morton, inspirado pela quadrilha francesa, inventou o cancan. O termo refere-se aos ruídos provocados pelos passos marcados da própria dança. Enquanto na Inglaterra a dança chocava os ingleses, que chegavam a condená-la como "indecência", na França, o cancan não parava de crescer, mantendo como quesitos as dançarinas de 1,70 m, e a arte de mexer os quadris, levantar as saias e frou-frous, exibindo as jarreteiras, encantando e provocando o desejo no público entusiasmado.
Algumas das grandes damas do cancan francês foram Louise Weber (La goulue), Jane Avril e Yvette Guilbert.
O cancan foi tema inspirador para muitos pintores do impressionismo, como Toulouse-Lautrec.
Alguns cabarés tornaram-se internacionalmente famosos pelo cancan, como o Moulin Rouge e o Chat Noir.
O Can-Can é uma mistura da Polca e da Quadrilha e foi dançado pela primeira vez em 1822. Durante alguns anos, foi declarado ilegal, por ser considerado imoral e indecente, sendo então proibido pela polícia. O Can-Can é caracterizado principalmente por passos firmes e saltitantes, chutando alto e fortemente a perna. Normalmente o figurino desta dança consiste em meias de renda, botas de saltos altos, corpetes, penas na cabeça e saias de babados. Depois da liberação da dança, ela tornou-se muito popular por volta de 1830, e sua popularidade durou até 1944, quando então esta passou a ser apresentada em revistas e comédias musicais, principalmente na França. Originalmente o Can-Can era dançado por ambos os sexos; hoje, entretanto, é dançado só por mulheres. As músicas mais conhecidas do Can-Can foram compostas por Jacques Offenbach. O pintor Toulouse-Lautrec pintou quadros célebres de dançarinas de Can-Can.
quinta-feira, 23 de abril de 2009
L'Amour Médecin/ O amor medico de Molière
París Dos sonhos do meu bolso!

Paris é atualmente a cidade mais visitada do mundo, e para conhecer a cidade luz é preciso tirar a mão do bolso e estar afim de gastar um pouco.Começando pela hospedagem que não diferenciará muito o preço, nos mais variados hotéis da cidade.
http://www.splendia.com/pt/paris-hoteis.html
Selecionei alguns para poderem verificar o preço e todo o conteúdo que eles oferecem, é claro que não é nada simples, por que luxuria, é uma das exclusividades de París.
veja em seguida alguns preços da vida diária em Paris que serão uma ajuda para quem pretende dar uma volta à Cidade Luz:
1 café num bar custa 2 euros;
1 café com leite no mesmo bar, começa nos 3 euros;
1 suco num bar, desde 3,50 euros (um litro do mesmo no supermercado, desde 1,30 euros);
1 cerveja num bar, desde 4 euros ( 6 latas no supermercado, desde 3,98 euros);
1 água mineral de 1/2 litro no bar, desde 2,50 euros (no supermercado, uma garrafa de 1 litro e meio, desde 0.30 euros);
1 sanduíche de presunto por 3,70 euros;
1 prato de bife com batatas fritas, num restaurante popular, a partir dos 12 euros;
1 baguete de pão no supermercado custa 0.90 euros;
1 kg de maçâs, desde 2,40 euros;
1 sabonete líquido, desde 2,20 euros;
1 xampú, a partir dos 4 euros;
1 desodorante, por 3,80 euros;
1 entrada no cinema custa 6,50 euros;
1 bilhete de Metrô 1,60 euros, e um pacote de 10 viajens custa 11,40 euros;
Cartão museus-monumentos para 2 dias à partir de 30 euros; para 4 dias à partir de 45 euros e 6 dias à partir de 60 euros;
1 Big Mac, 6 euros;
1 garrafa de agua de 750ml na frente da Torre Eiffel, 3 euros;
1 menu de almoço na Disney para uma pessoa, 38 euros;
1 Coca-Cola de 500ml na Avenue Champs Élysées 4 euros;
1 cruzeiro guiado pelo Sena (sem comida) desde 11 euros (adulto) e 5 euros (crianças).
Multiplique tudo por R$3,00 e saberá quanto sairão seus gastos em reais.
Conselhos:
-Ao invés de almoçar na rua, sempre leve lanche. Compre as coisas no supermercado e prepare um lanche no hotel.
-Na Europa é muito comum as pessoas fazerem isso, em todo o lugar que você for vai ver as pessoas comendo lanchinho que trouxeram do hotel.
-Vá ao supermercado e não tenha vergonha de fazer turismo com uma mochilinha nas costas.
-Mais uma dica, se você está no Brasil e vai direto para a França traga água na mala. Pode-se despachar as garrafas de agua na mala junto com sua bagagem sem problemas, só não pode levar na bagagem de mão.
-A água da França é horrível, cheia de salobra. Parece água com sabão, sem contar que é carissímo.
Sei não...
Base de pesquisa:http://amandaeleandro.blogspot.com/2009/04/quanto-se-gasta-em-paris.html
quarta-feira, 22 de abril de 2009
A MOEDA DA FRANÇA


HOJE VAMOS FALAR SOBRE A MOEDA DA FRANÇA
A Moeda única
Em 1° de janeiro de 2002, o euro tornou-se a moeda única de 300 milhões de europeus distribuídos por 12 países da União Européia (a zona do euro). Chega-se assim ao final de um longo processo de análise, preparação das economias nacionais e transição para o euro.
1969: na reunião de cúpula de Haia, os seis países-membros da Comunidade Econômica Européia (CEE) estabelecem como objetivo a União Econômica e Monetária (Plano Barre).
1971: o plano Werner propõe uma convergência das economias nacionais com vistas a dotar a CEE de uma moeda única. A instabilidade das moedas européias faz com que o projeto seja deixado de lado por um tempo.
1972: é instaurado um controle da flutuação das moedas européias, com a criação da serpente monetária européia e, em 1979, com o sistema monetário europeu (SME).
1986: o Ato Único inscreve no tratado de Roma o objetivo da realização progressiva de uma União Econômica e Monetária (UEM).
1990: primeira etapa da UEM, com a livre circulação de capitais.
1992: o Tratado de Maastricht define os critérios de convergência entre as economias dos países participantes, etapa prévia para a moeda única.
2 de maio de 1998: o Conselho Europeu estabelece a lista dos países participantes: Alemanha, Áustria, Bélgica, Espanha, Finlândia, França, Irlanda, Itália, Luxemburgo, Países Baixos e Portugal (adesão da Grécia em 2001).
1° de junho de 1998: criação do Banco Central Europeu (BCE) encarregado da política monetária européia.
1° de janeiro de 1999: o euro torna-se a moeda única. A taxa de conversão entre o euro e as moedas nacionais (1 euro = 6,55957FF) é estabelecida de maneira irrevogável.
As transações nos mercados de capitais passam a ser feitas em euros.
1° de janeiro de 2002: entrada em vigor do euro nos 12 países participantes.
17 de fevereiro de 2002: o franco deixa de circular.
Mudar de moeda exige um esforço de adaptação por parte dos consumidores, das empresas e dos serviços públicos.
Uma infinidade de aspectos da vida cotidiana pedem ajuste: etiquetagem dos preços, conversão das contas bancárias, criação de bilhões de novas notas e moedas, recolhimento dos francos, etc.
Para maiores informações, consulte o site: www.finances.gouv.fr
Para que serve a moeda única? A economia européia constitui um vasto mercado único. Os países membros da União Européia realizam a maior parte de seus intercâmbios comerciais no interior da Europa. A moeda única fará com que desapareçam os problemas de câmbio e contribuirá para a construção européia dotando a Europa de uma moeda internacional. Ao facilitar os intercâmbios e os investimentos, os países da zona do euro buscam também reforçar o emprego na Europa
Os euros ( ).
Desde 1° de janeiro de 2002, cerca de 15 bilhões de notas e 60 bilhões de moedas estão em circulação em toda zona do euro.
As moedas.
Com o objetivo de simbolizar a união e a diversidade da Europa, as moedas trazem uma face comum aos doze países da zona do euro (simbolizada pelas 12 estrelas), e uma face nacional.
Na França, 3 símbolos ornamentam a face nacional das moedas: a Marianne (representando a República e a liberdade), a árvore (símbolo da vida) e a Semeadora (alegoria da fecundidade). Seja qual for a sua face nacional, as moedas podem circular em toda a zona do euro.
As notas.
Três elementos estão impressos nas notas: portões e janelas na frente e pontes no verso. Esses elementos são inspirados nos sete estilos arquitetônicos que marcaram a cultura européia: o clássico, o românico, o gótico, o renascentista, o barroco e o rococó, a arquitetura do ferro e do vidro e, finalmente, a arquitetura moderna.
A taxa oficial de conversão do franco: 1 = 6,55957 FF
terça-feira, 21 de abril de 2009

A exposição reúne cerca de 290 obras, todas da coleção do casal Michel e Michèle Auer. A mostra é dividida em quatro partes: Transfigurações, Beleza Convulsiva, Performances e Fantasias Formais.
Uma verdadeira história da fotografia, contada pelas lentes de artistas transgressores, por meio de suas experimentações e metáforas visuais! A mostra contará com fotografias produzidas ao longo dos séculos 19, 20 e 21, por diferentes países e artistas.
Entre os nomes de peso representando o século 20, estão Cartier-Bresson, Brassaï e Man Ray, além de cartões de Marcel Duchamp, Salvador Dali e René Magritte. Entre os brasileiros estão Geraldo de Barros, Pedro Vasquez, Fabiana de Barros e Mario Cravo Neto.
Serviços:
Exposição: “Olhar e Fingir: Fotografias da Coleção Auer” – Grande Sala
Se quiser saber mais coisas é só entrar no site do MAM:
Alors...
au revoir!!!
sexta-feira, 17 de abril de 2009
Maria Antonieta - Sedução, luxúria e contraversão lado a lado.
A trama Maria Antonieta conta com sentimentos à flor da pele o tempo todo. Luxúria, romance e sexo são os principais ingredientes dessa trama que até hoje, gera discussões e histórias controversas.
Com apenas 14 anos de idade, Maria Antonieta é afastada de sua família e amigos na Áustria para se casar com Luis XVI, rei da França. Num território desconhecido e bastante hostil, a jovem rainha precisa aprender a conviver com as fofocas e intrigas da nobreza que freqüenta Versalhes, e ainda com a indiferença de seu novo e desconhecido marido, que demorou sete anos para consumar o casamento.
Sem familiaridade com o novo mundo com o qual terá que conviver, a rainha prefere fantasiar outra vida para si, desfrutando ao máximo dos poucos prazeres aos quais têm às mãos. Assim, ela ignora os problemas financeiros do país, além de ter um caso com o Conde Fersen. Suas atitudes, porém, acabam contribuindo para que aumente o clima de insatisfação do povo francês, o que ajuda a desencadear a Revolução Francesa.
Sofia Coppola, diretora de Encontros e Desencontros, foi mal recebida em alguns festivais que passou com Maria Antonieta, já que o filme tem um aspecto bastante pop, com trilha sonora composta por músicas do The Cure, The Strokes, New Order e outros. A personagem chegou a ser comparada por alguns jornais europeus com Paris Hilton. O filme, de orçamento de US$ 40 milhões, foi filmado no próprio palácio de Versalhes.
quinta-feira, 16 de abril de 2009
Ne me Quitte Pas
Não me Deixes (Tradução).
(Jacques Brel).
Não me deixes,
Não me deixes,
É preciso esquecer,
Tudo se pode esquecer
Que já para trás ficou.
Esquecer o tempo dos mal-entendidos
E o tempo perdido a querer saber como
Esquecer essas horas,
Que às vezes mata,
A golpes de porque,
o coração de felicidade.
Não me deixes,
Não me deixes,
Não me deixes,
Não me deixes.
Te oferecerei
Pérolas de chuva
Vindas de países
Onde nunca chove;
Escavarei a terra
Até depois da morte,
Para cobrir teu corpo
Com ouro, com luzes.
Criarei um país
Onde o amor será rei,
Onde o amor será lei
E você a rainha.
Não me deixes,
Não me deixes,
Não me deixes,
Não me deixes.
Te Inventarei
Palavras absurdas
Que você compreenderá;
Te falarei
Daqueles amantes
Que viram de novo
Seus corações ateados;
Te contarei
A história daquele rei,
Que morreu por não ter
Podido te conhecer.
Não me deixes,
Não me deixes,
Não me deixes,
Não me deixes.
Quantas vezes não se reacendeu o fogo
Do antigo vulcão
Que julgávamos velho?
Até há quem fale
De terras queimadas
A produzir mais trigo;
Que a melhor primavera
É quando a tarde cai,
Vê como o vermelho e o negro
Se casam
Para que o céu se inflame.
Não me deixes,
Não me deixes,
Não me deixes,
Não me deixes,
Não me deixes.
Não vou chorar mais,
Não vou falar mais,
Escondo-me aqui
Para te ver
Dançar e sorrir,
Para te ouvir
Cantar e rir.
Deixa-me ser a sombra da tua sombra,
A sombra da tua mão,
A sombra do teu cão.
Não me deixes,
Não me deixes,
Não me deixes,
Não me deixes.
quarta-feira, 15 de abril de 2009

Hoje iremos falar um pouco da cultura,literatura e arte na frança!
Os franceses gastam em média 1.075 euros por ano com atividades culturais. As atividades culturais preferidas são: Cinema(50%), visitar museus ou monumentos(35%), ver exposições(25%), assistir a espetáculos amadores(20%), teatro(16%), circo(13%), parques temáticos como o Eurodisney(11%), ver shows de rock, de jazz ou de música clássica(9%), e ópera(3%).
As primeiras manifestações artísticas vêm do período pré-histórico, em estilo franco-cantábrico. A época carolíngia marca o nacimento de uma escola de iluminadores que se prolongará ao longo de toda a Idade Média, culminando nas ilustrações do livro As Horas Muito Ricas do duque de Berry. Os pintores clássicos do século XVII francês são: Poussin e Lorrain. No século XVIII predomina o rococó, com Watteau, Boucher e Fragonard. Nos finais do século começa o classicismo de Jacques-Louis David. O romanticismo está dominado pelas figuras de Géricault e Delacroix. A paisagem realista da Escola de Barbizon tem sua continuação em artistas de um realismo mais testemunhial sobre a realidade social de seu tempo, como Millet e Courbet. Nos finais do século XIX Paris, convertida em centro da pintura, vê nascer o impressionismo, precedido pela obra de Édouard Manet. A este seguem Toulouse-Lautrec, Gauguin e Cézanne. Já no século XX, surgem os fauvistas em torno da Matisse e o cubismo da mão de Georges Braque e do espanhol Pablo Picasso que trabalham em Paris. Outros movimentos artísticos vão se sucedendo, na Paris de entreguerras, decaindo como centro pictórico mundial depois da Segunda Guerra Mundial.
Na França, a escultura evoluiu por diversos estilos, se sobressaindo em todos eles: Pré-histórico, romano, cristão, românico, gótico, renascentista, barroco e rococó, neoclássico (Frédéric Auguste Bartholdi: Estátua da Liberdade), romântico (Auguste Rodin: O pensador), e os contemporâneos.
terça-feira, 14 de abril de 2009
Salut!Aqui quem vos fala é Marciana, isso mesmo, Marciana!
Diretamente do Planeta Terra com a missão de postar algum texto referente à França, mais especificamente sobre o tema "Luxúria, Amor e Sedução.”
Pois bem, como falar de Luxúria, Amor e Sedução, na ‘França’, sem lembrar, de seus libertinos! Para os menos entendidos, ou de raciocínio lento e duvidoso, os famosos ‘Don Juans’!!!
Segundo Crebillon, escritor do século XVIII, o libertino se serve do amor para assegurar o triunfo da sua fantasia, ele só se interessa pelo prazer, não dá a menor importância ao sentimento na conquista amorosa. A sua única meta é seduzir as mulheres, romper depois com elas e tornar público este triunfo. A indiscrição é uma obrigação absoluta. Do ponto de vista dele, o espírito tem as suas leis, que não são as do coração, e as razões do coração diferem fundamentalmente das razões do corpo.
Se você não acredita no amor e acha que só o sexo já é o bastante, então parabéns, sabendo ou não, você pertence à tradição dos libertinos franceses, que sempre fizeram pouco caso do amor.
Vive Ia Liberté!
Au revoir...
sexta-feira, 10 de abril de 2009
2009 - O Ano da França no Brasil

O ano foi lançado oficilamente pelos presidentes do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, e da França Nicolas Sarkozy, nos dias 22 e 23 de dezembro de 2008. O objetivo principal desse evento, que acontecerá em todas as regiões do Brasil em 2009, é fortalecer as relações bilaterais de intercâmbio cultural, cientifico e tecnológico entre os dois países.o Ano da França pretende traçar parcerias estratégicas de correspondência mútua entre setores públicos, empresariais e da sociedade civil para incentivar o diálogo cultural.São cerca de 700 projetos incritos na programação.Avaliado em R$15 milhões para cada país, ocorre em reciprocidade ao que foi o ano do Brasil na França, em 2005.
Segundo o presidente do comissário Francês, embaixador Yves Saint-Geours,"o ano da França no Brasil proporciona ao meu país a oportunidade de apresentar, nas diversas regiões brasileiras, as diferentes facetas de nossa cultura e s eu estágio atual de desenvolvimento em diversas áreas do conhecimento. A implementação do ano é resultado da cooperação entre agentes governamentais, do setor privado,profissionais da cultura, artistas, intelectuais, pesquisadores, sociedade civil e mídia dos dois países. O nome desse ano é França.br2009",explica.
Para o presidente do comissário Brasileiro, Danilo Santos de Miranda, "a França, entre todas as suas contribuições ao mundo ocidental, instaurou as bases da modernidade ao criar leis constitucionais revolucionárias, sistemas públicos de ensino e de conhecimento e limites novos que fariam de igualdade um direitocivil a ser promovido e assegurado pelo estado.Temos igual missão de recepcionar os eventos e atividades francesas para reafimar, junto ao público brasileiro, a antiga sintonia e a atual criatividade que não cessam de renovar, na históriae na cultura de nosso País, as nossas ligações estrangeiras mais amigáveis", complementa.
A abertura oficial do Ano da França no Brasil acontecerá no dia 21 de abril, com o espetáculo do Grupo F,na lagoa Rodrigo de Freitas, no Rio de Janeiro e com a homenagem especial à França na Festa da Inconfidência Mineira, em Ouro Preto, Minas Gerais.Exposições residênciais e performances de artistas plásticos contemporâneos franceses estão programadas em diversas capitais brasileiras, assim como mais de 100 palestras, clóquios e debates universitários e científicos franco-brasileiros em todas as regiões do Brasil.
O site oficial do França.Br2009 é:
www.anodafrancanobrasil.cultura.gov.br











