sábado, 16 de maio de 2009
quarta-feira, 13 de maio de 2009
Amor
O amor! É o sentimento que mais desperta furor!
O amor é a essência da vida, se você nunca amou ninguém, um dia ainda vai amar.
Nenhum lugar no mundo pode retratar melhor o amor, do que Paris!
Paris é por excelência um destino romântico, é onde o amor se incendeia com tudo o que ele precisa para se intensificar.
Ninguém resiste a um passeio pelo Rio Sena, a subida a Torre Eiffeil, ou a namorar nos jardins parisienses...
terça-feira, 12 de maio de 2009
Tango Roxanne No Moulin Rouge
Sensualidade e beleza numa das apresentações de dança mais apreciadas do mundo!
segunda-feira, 11 de maio de 2009
Os 10 quadros mais valiosos do mundo!
01- O top da lista: Portrait of Adele Bloch-Bauer, de Gustav Klint - $135.000.000,00
02- Garçon à la Pipe, também de Picasso - $104.100.000,00
03 - Dora Maar com Gato, de Picasso - $92.500.000,00Zanzando sem metrô por París
Dos mais de 40 livros escritos por Raymond Queneau (1903-1976), apenas um foi publicado no Brasil, Zazie no metrô (Zazie dans le métro, 1959), duas vezes. A segunda acaba de sair, em comemoração aos 50 anos do livro, com tradução de Paulo Werneck, pela Cosac Naify.Doukipudonktan, a palavra que abre o romance é uma transcrição literal de D’où qu’ils puent donc tant?; Dondekevemtantofedô, na tradução de Werneck; Pômakifedô, na versão mais precisa, pelo menos no que diz respeito à métrica, de Iréne Harlek Cubric, na edição de 1985, feita pela Rocco. Sujeito que dava murros na linguagem, Queneau foi chamado de lutador por Roland Barthes no ensaio escrito logo que a obra foi publicada na França, Zazie e a literatura, reproduzido no posfácio desta nova edição. Barthes, que havia iniciado o seu Mitologias, anos antes, com um ensaio sobre a arte da luta livre, escreveu que, para Queneau, “a literatura é uma categoria da palavra, portanto da existência, que diz respeito a toda a humanidade”.Nascido em Le Havre, na Normandia, formado em grego, latim, matemática, filosofia e psicologia antes dos 20 anos (cursou a Sorbonne, de 1921 a 1923), Raymond Queneau serviu o exército francês nas antigas possessões francesas do Marrocos e Argélia. Incapaz de aceitar uma literatura que não desse conta da linguagem de um zouave, o soldado francês do Norte da África, ou das pessoas simples do interior, Queneau se ligou aos surrealistas em sua volta a Paris, e, em 1928, se casou com Janine Kahn, irmã de Simone, a ex-namorada de André Breton. Queneau, que já havia manifestado o seu desagrado com o apoio dos surrealistas à ditadura stalinista na União Soviética, romperia com Breton em 1930, assinando o manifesto Un cadavre (Um cadáver), em 1930, junto com Georges Bataille, Michel Leiris, Alejo Carpentier e Jacques Prévert, entre outros, na grande cisma do Surrealismo francês. Em seu primeiro livro, Le chiendent (A romanzeira), publicado em 1933 e considerado por muitos a sua melhor obra, a linguagem das ruas é a personagem principal. Em 1947, ele lançou Exercices de style (Exercícios de estilo), em que ele conta a mesma história (a de um homem que vê outro sujeito duas vezes no mesmo dia) de 99 maneiras diferentes. Funcionário da editora Gallimard durante décadas (primeiro como leitor, depois como diretor editorial), Queneau foi o pricipal editor da série Plêiade, famosa enciclopédia de história e literatura dos anos 1950. Considerado um dos precursores do noveau roman francês, ele parodiou o principal autor do movimento, Alain Robbe-Grillet, no romance Le vol d’Icare (O voo de Ícaro), de 1968. Foi também o criador do Oulipo, sigla de Ouvroir de Littérature Potentiel (algo como Oficina de Literatura em Potencial), grupo que explorava os limites e a possibilidades da literatura e que tinha como integrantes Italo Calvino, Georges Perec, Jacques Roubaud e François Le Lionais, entre outros.Zazie no metrô é um épico de dois dias na vida de uma menina do interior, de 12 ou 13 anos, desbocada e rabujenta, que vai visitar o tio em Paris. Gabriel, o tio, trabalha travestido de dançarina em uma boate gay. É casado com Marceline, mulher de fala suave que no final do livro aparece como Marcel. O sonho da garota é passear no metrô da capital francesa, mas uma greve a impede de realizar o seu desejo. Ela foge e é encontrada por um homem sem nome, que diz que quer levá-la de volta ao tio, mas que também pode ser um tarado ou um policial.Gabriel a reencontra e decide fazer um passeio com a menina pelas ruas de Paris no táxi de um amigo, périplo que acaba em uma série de confusões envolvendo personagens estranhas como um papagaio, uma viúva, um sapateiro, um dono de bar, uma garçonete e um guia turístico. Quando terminam as aventuras, ao voltar para casa, a mãe (uma prostituta que passou os dois dias com um soldado num hotel) pergunta o que ela fez e a menina apenas responde: “Envelheci”.Zazie no metrô foi filmado em 1960, por Louis Malle, com Philippe Noiret no papel do tio Gabriel e Catherine Demonget como a menina. A nova edição da Cosac traz com brinde, num volume anexo, um capítulo inédito encontrado entre os manuscritos de Queneau em que a garota, enfim, conhece o metrô, e que foi cortado da edição definitiva do livro.Zazie no metrô, Raymond Queneau. Tradução de Paulo Werneck. Cosac Naify (São Paulo). 192 págs. R$ 45DORVA REZENDE
Daimonds Are a Girls best Friend
Este video fora extraído do filme Moulin rouge, onde a facinante SATINE encanta os visites do cabaret com todo o seu poder de sedução e exibição de pura luxúria.
Victor Hugo

Filho de Joseph Hugo e de Sophie Trébuchet, nasceu em Besançon, no Doubs, mas passou a infância em Paris. Estadas em Nápoles e na Espanha acabaram por influenciar profundamente sua obra. Funda com os seus irmãos em 1819 uma revista, o Conservateur littéraire (Conservador literário), que já chama a atenção para o seu talento. No mesmo ano, ganha o concurso da Académie des Jeux Floraux.
O seu primeiro recolhimento de poemas, Odes, é publicado em 1822: tem então vinte e sete anos. Com Cromwell, publicado em 1827, alcança o sucesso. No prefácio deste drama em versos, que não foi encenado enquanto esteve vivo, opõe-se às convenções clássicas, em especial à unidade de tempo e à unidade de lugar.
Tem, até uma idade avançada, diversas amantes, sendo a mais famosa Juliette Drouet, atriz sem talento que lhe dedica a sua vida, e a quem ele escreve numerosos poemas. Ambos passavam juntos o aniversário do seu encontro e preenchiam, nesta ocasião, ano após ano, um caderno comum que nomeavam o Livro do aniversário.
Criado por sua mãe no espírito da monarquia, acaba por se convencer, pouco a pouco, do interesse da democracia ("Cresci", escreve num poema onde se justifica). A sua ideia é que "onde o conhecimento está apenas num homem, a monarquia se impõe." "Onde está num grupo de homens, deve fazer lugar à aristocracia. E quando todos têm acesso às luzes do saber, então vem o tempo da democracia".
Tendo se tornado favorável a uma democracia liberal e humanitária, é eleito deputado da Segunda República em 1848, e apoia a candidatura do príncipe Louis-Napoléon.
Exila-se após o golpe de Estado de 2 de Dezembro de 1851, que condena vigorosamente por razões morais em "Histoire d'un crime".
Durante o Segundo Império, em oposição a Napoléon III, vive em exílio em Jersey, Guernsey e Bruxelas. É um dos únicos proscritos a recusar a anistia decidida algum tempo depois: « Et s'il n'en reste qu'un, je serai celui-là » ("e se sobra apenas um, serei eu").
Com a morte da sua filha, Leopoldina, começa a descobrir e investigar experiências espíritas relatadas numa obra diferente nomeada "Les tables tournantes de Jersey".
De acordo com seu último desejo, seu corpo é depositado em um caixão humilde que é enterrado no Panthéon.
Tendo ficado vários dias exposto sob o Arco do Triunfo, estima-se que 1 milhão de pessoas vieram lhe prestar uma última homenagem.
Festival de Cannes

Catedral de Notre-Dame
A Catedral de Notre-Dame de Paris é uma das mais antigas catedrais francesas em estilo gótico. Iniciada sua construção no ano de 1163, é dedicada a Maria, Mãe de Jesus Cristo (daí o nome Notre-Dame – Nossa Senhora), situa-se na praça Parvis, na pequena ilha Île de la Citê em Paris, França, rodeada pelas águas do Rio Sena. A catedral surge intimamente ligada à ideia de gótico no seu esplendor, ao efeito claro das necessidades e aspirações da sociedade da altura, a uma nova abordagem da catedral como edifício de contacto e ascensão espiritual.
A arquitectura gótica é um instrumento poderoso no seio de uma sociedade que vê, no início do século XI, a vida urbana transformar-se a um ritmo acelerado. A cidade ressurge com uma extrema importância no campo político, no campo económico (espelho das crescentes relações comerciais), ascendendo também, por seu lado, a burguesia endinheirada e a influência do clero urbano. Resultado disto é uma substituição também das necessidades de construção religiosa fora das cidades, nas comunidades monásticas rurais, pelo novo símbolo da prosperidade citadina, a catedral gótica. E como reposta à procura de uma nova dignidade crescente no seio de França, surge a Catedral de Notre-Dame de Paris.
domingo, 10 de maio de 2009
Baudelaire
Se você gostou e quer conhecer mais sobre esse poeta frances, é só entrar nos links abaixo... bom divertimento!!!
Para ler online: (em Português)
http://br.geocities.com/edterranova/baudela.htm
Para ler online: (em Françês)Les Fleur du Mal
http://hypermedia.univ-paris8.fr/bibliotheque/Baudelaire/Baudelaire.html
Para baixar: (em Françês) http://www.gutenberg.org/etext/6099 ou
sábado, 9 de maio de 2009
Louis Vuitton, a marca da Luxuria

quarta-feira, 6 de maio de 2009
A moda na França

"Chique e barato" é o novo lema dos "fashionistas" na era da democratização do luxo, apontam especialistas em moda entrevistados pelo jornal francês "Libération".
"A aparência conta mais do que nunca", sentenciou Evelyne Chaballier, do Instituto Francês da Moda. Para a estudiosa, a sociedade acredita que "é preciso ter uma aparência jovem e na moda", não importando se a roupa vem de uma grife de alta costura, como Prada, ou de uma grande rede de moda popular, como a Zara.
Acabou o tempo em que a moda era um sinal visível de status social: grandes empresas fabricantes de moda a "baixo custo", como H&M, Zara, Mango e Topshop crescem cada vez mais, seguindo as mesmas tendências das grandes grifes.
Com a parceria entre nomes como Karl Lagerfeld, Roberto Cavalli e Stella McCartney e a rede de lojas H&M, a moda popular conquistou também as pessoas ricas, que não hesitam em comprar por um preço 15 vezes mais baixo "um casaco à Balenciaga" no lugar da peça original.
"De tanto ouvir algumas mulheres me dizerem que adoravam minha moda, mas não podiam permitir-se comprá-la, tive vontade de ir ao encontro delas", explicou Stella McCartney.
De acordo com o professor de ciências políticas Serge Carreira, o fim do século XX, as casas de moda tradicionais passaram a ser controladas por conglomerados como o grupo LVMH, e a moda tornou-se assunto de empresários, que para aumentar seu faturamento mudaram de velocidade, copiando os ciclos da "fast fashion": não mais apresentavam duas coleções por ano, mas também pré-coleções, "moda cruzeiro" etc, colocando no mercado pelo menos sete ou oito novas linhas a cada ano.
Além disso, foram criadas linhas de preços mais acessíveis, como D&G, da grife Dolce & Gabban, Just Cavalli, de Roberto Cavalli, e Armani Jeans, de Giorgio Armani.
"As marcas de 'fast fashion' apresentam as mesmas características das grifes de luxo, usam os mesmos fotógrafos para as campanhas publicitárias, têm a mesma clientela e as lojas estão nos mesmos pontos estratégicos, no centro das cidades, tornando cada vez mais tênue a fronteira entre a alta costura e a moda popular", disse Carreira.
terça-feira, 5 de maio de 2009
"À Procura de um Olhar"
Salut!Salve, salve pessoal!!!
Aqui quem fala novamente é a Marciana!
Minha postagem de hoje será novamente uma dica de exposição em comemoração ao ano da França no Brasil!
Desta vez trata-se de uma mostra inaugurada semana passada na Pinacoteca de São Paulo, intitulada “À Procura de um Olhar”, que reúne olhares de brasileiros e franceses!
“À Procura de um Olhar” reúne 184 imagens dos franceses (ou radicados no país) Pierre Verger, Claude Lévi-Strauss, Marcel Gautherot, Jean Manzon, Bruno Barbey, Antoine D’Agata e Oliva Gay e dos brasileiros Luiz Braga, Mauro Restiffe e Tiago Santana.
Somando dez fotógrafos, entre brasileiros e franceses, com olhares bem distintos, mas que em alguns momentos conseguem se misturar em um único foco!
Vale apena conferir!
À PROCURA DE UM OLHAR
Quando: de 25/4 até 28/6
Onde: Pinacoteca do Estado (pça. da Luz, 2, tel. 0/xx/11/3324-1000); livre, exceto sala de D'Agata (14 anos)
Quanto: R$ 4; com entrada franca aos sábados!
Site: http://www.pinacoteca.org.br/
P.S.: "A imagem acima é de Antoine D'Agata (feita na Luz, em SP)."
Alors... espero que tenham gostado da dica!
au revoir!!!
domingo, 3 de maio de 2009












