sábado, 16 de maio de 2009

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Amor

O amor!

É o sentimento que mais desperta furor!
O amor é a essência da vida, se você nunca amou ninguém, um dia ainda vai amar.
Nenhum lugar no mundo pode retratar melhor o amor, do que Paris!
Paris é por excelência um destino romântico, é onde o amor se incendeia com tudo o que ele precisa para se intensificar.
Ninguém resiste a um passeio pelo Rio Sena, a subida a Torre Eiffeil, ou a namorar nos jardins parisienses...
Foto: Henri Cartier Bresson

terça-feira, 12 de maio de 2009

Tango Roxanne No Moulin Rouge

http://www.youtube.com/watch?v=pHO5KWIMZUo&feature=related

Sensualidade e beleza numa das apresentações de dança mais apreciadas do mundo!

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Os 10 quadros mais valiosos do mundo!

O negócio aqui agora é sério. É dinheiro que você nunca vai ver junto em sua vida. Saiu no blog Karemar a lista dos 10 quadros mais caros de todos os tempos. Quando eles falam que é caro, é porque é caro com $ maiúsculo. Agora, se essa lista é correta, só a Sotheby’s pode dizer. Não vi os Girassóis do Van Gogh na lista (será que é dinheiro de pinga no mercado multimilionário)? E curiosidade, Picasso manda ver quente e grosso na lista.Essa é mais uma prova da apreciação da luxúria francesa, reis da arte pictória e altamente valorizados por seus belissímos museus e por toda a eternização da sua arte.

01- O top da lista: Portrait of Adele Bloch-Bauer, de Gustav Klint - $135.000.000,00

02- Garçon à la Pipe, também de Picasso - $104.100.000,00

03 - Dora Maar com Gato, de Picasso - $92.500.000,00

04- Retrato do Dr. Gachet, de Van Gogh - $82.500.000,00

05- Bal Au Moulin de la Galette, de Renoir - $78.000.000,00

06- O Massacre dos Inocentes, de Rubens - $76.700.000,00

07- Retrato do Artista sem Barba, de Van Gogh - $71.500.000,00

08- Rideau, Cruchon et Compotier, de Cézanne - $60.500.000,00

09- Femme aux Bras Croisés, de Pablo Picasso - $55.000.000,00

10- Iris, de Van Gogh - US$53.900.000,00

Zanzando sem metrô por París

Um livro de Romance Frances a disposição de todos!Pessoal é muito interessante dê uma olhada vocês vão adorar...
Cosac Naify lança nova tradução para celebrar 50 anos da obra mais famosa de Raymond Queneau
Dos mais de 40 livros escritos por Raymond Queneau (1903-1976), apenas um foi publicado no Brasil, Zazie no metrô (Zazie dans le métro, 1959), duas vezes. A segunda acaba de sair, em comemoração aos 50 anos do livro, com tradução de Paulo Werneck, pela Cosac Naify.Doukipudonktan, a palavra que abre o romance é uma transcrição literal de D’où qu’ils puent donc tant?; Dondekevemtantofedô, na tradução de Werneck; Pômakifedô, na versão mais precisa, pelo menos no que diz respeito à métrica, de Iréne Harlek Cubric, na edição de 1985, feita pela Rocco. Sujeito que dava murros na linguagem, Queneau foi chamado de lutador por Roland Barthes no ensaio escrito logo que a obra foi publicada na França, Zazie e a literatura, reproduzido no posfácio desta nova edição. Barthes, que havia iniciado o seu Mitologias, anos antes, com um ensaio sobre a arte da luta livre, escreveu que, para Queneau, “a literatura é uma categoria da palavra, portanto da existência, que diz respeito a toda a humanidade”.Nascido em Le Havre, na Normandia, formado em grego, latim, matemática, filosofia e psicologia antes dos 20 anos (cursou a Sorbonne, de 1921 a 1923), Raymond Queneau serviu o exército francês nas antigas possessões francesas do Marrocos e Argélia. Incapaz de aceitar uma literatura que não desse conta da linguagem de um zouave, o soldado francês do Norte da África, ou das pessoas simples do interior, Queneau se ligou aos surrealistas em sua volta a Paris, e, em 1928, se casou com Janine Kahn, irmã de Simone, a ex-namorada de André Breton. Queneau, que já havia manifestado o seu desagrado com o apoio dos surrealistas à ditadura stalinista na União Soviética, romperia com Breton em 1930, assinando o manifesto Un cadavre (Um cadáver), em 1930, junto com Georges Bataille, Michel Leiris, Alejo Carpentier e Jacques Prévert, entre outros, na grande cisma do Surrealismo francês. Em seu primeiro livro, Le chiendent (A romanzeira), publicado em 1933 e considerado por muitos a sua melhor obra, a linguagem das ruas é a personagem principal. Em 1947, ele lançou Exercices de style (Exercícios de estilo), em que ele conta a mesma história (a de um homem que vê outro sujeito duas vezes no mesmo dia) de 99 maneiras diferentes. Funcionário da editora Gallimard durante décadas (primeiro como leitor, depois como diretor editorial), Queneau foi o pricipal editor da série Plêiade, famosa enciclopédia de história e literatura dos anos 1950. Considerado um dos precursores do noveau roman francês, ele parodiou o principal autor do movimento, Alain Robbe-Grillet, no romance Le vol d’Icare (O voo de Ícaro), de 1968. Foi também o criador do Oulipo, sigla de Ouvroir de Littérature Potentiel (algo como Oficina de Literatura em Potencial), grupo que explorava os limites e a possibilidades da literatura e que tinha como integrantes Italo Calvino, Georges Perec, Jacques Roubaud e François Le Lionais, entre outros.Zazie no metrô é um épico de dois dias na vida de uma menina do interior, de 12 ou 13 anos, desbocada e rabujenta, que vai visitar o tio em Paris. Gabriel, o tio, trabalha travestido de dançarina em uma boate gay. É casado com Marceline, mulher de fala suave que no final do livro aparece como Marcel. O sonho da garota é passear no metrô da capital francesa, mas uma greve a impede de realizar o seu desejo. Ela foge e é encontrada por um homem sem nome, que diz que quer levá-la de volta ao tio, mas que também pode ser um tarado ou um policial.Gabriel a reencontra e decide fazer um passeio com a menina pelas ruas de Paris no táxi de um amigo, périplo que acaba em uma série de confusões envolvendo personagens estranhas como um papagaio, uma viúva, um sapateiro, um dono de bar, uma garçonete e um guia turístico. Quando terminam as aventuras, ao voltar para casa, a mãe (uma prostituta que passou os dois dias com um soldado num hotel) pergunta o que ela fez e a menina apenas responde: “Envelheci”.Zazie no metrô foi filmado em 1960, por Louis Malle, com Philippe Noiret no papel do tio Gabriel e Catherine Demonget como a menina. A nova edição da Cosac traz com brinde, num volume anexo, um capítulo inédito encontrado entre os manuscritos de Queneau em que a garota, enfim, conhece o metrô, e que foi cortado da edição definitiva do livro.Zazie no metrô, Raymond Queneau. Tradução de Paulo Werneck. Cosac Naify (São Paulo). 192 págs. R$ 45DORVA REZENDE

Daimonds Are a Girls best Friend

http://www.youtube.com/watch?v=F1WzjNIMt8U

Este video fora extraído do filme Moulin rouge, onde a facinante SATINE encanta os visites do cabaret com todo o seu poder de sedução e exibição de pura luxúria.

Victor Hugo


Victor-Marie Hugo (Besançon, 26 de fevereiro de 1802 — Paris, 22 de maio de 1885) foi um escritor e poeta francês de grande atuação política em seu país. É autor de Les Misérables, sua melhor peça e de Notre-Dame de Paris, entre diversas outras obras.

Filho de
Joseph Hugo e de Sophie Trébuchet, nasceu em Besançon, no Doubs, mas passou a infância em Paris. Estadas em Nápoles e na Espanha acabaram por influenciar profundamente sua obra. Funda com os seus irmãos em 1819 uma revista, o Conservateur littéraire (Conservador literário), que já chama a atenção para o seu talento. No mesmo ano, ganha o concurso da Académie des Jeux Floraux.

O seu primeiro recolhimento de poemas, Odes, é publicado em 1822: tem então vinte e sete anos. Com Cromwell, publicado em 1827, alcança o sucesso. No prefácio deste drama em versos, que não foi encenado enquanto esteve vivo, opõe-se às convenções clássicas, em especial à unidade de tempo e à unidade de lugar.

Tem, até uma idade avançada, diversas amantes, sendo a mais famosa Juliette Drouet, atriz sem talento que lhe dedica a sua vida, e a quem ele escreve numerosos poemas. Ambos passavam juntos o aniversário do seu encontro e preenchiam, nesta ocasião, ano após ano, um caderno comum que nomeavam o Livro do aniversário.

Criado por sua mãe no espírito da monarquia, acaba por se convencer, pouco a pouco, do interesse da democracia ("Cresci", escreve num poema onde se justifica). A sua ideia é que "onde o conhecimento está apenas num homem, a monarquia se impõe." "Onde está num grupo de homens, deve fazer lugar à aristocracia. E quando todos têm acesso às luzes do saber, então vem o tempo da democracia".

Tendo se tornado favorável a uma democracia liberal e humanitária, é eleito deputado da Segunda República em 1848, e apoia a candidatura do príncipe Louis-Napoléon.

Exila-se após o golpe de Estado de 2 de Dezembro de 1851, que condena vigorosamente por razões morais em "Histoire d'un crime".

Durante o Segundo Império, em oposição a Napoléon III, vive em exílio em Jersey, Guernsey e Bruxelas. É um dos únicos proscritos a recusar a anistia decidida algum tempo depois: « Et s'il n'en reste qu'un, je serai celui-là » ("e se sobra apenas um, serei eu").

Com a morte da sua filha, Leopoldina, começa a descobrir e investigar experiências espíritas relatadas numa obra diferente nomeada "Les tables tournantes de Jersey".

De acordo com seu último desejo, seu corpo é depositado em um caixão humilde que é enterrado no Panthéon.

Tendo ficado vários dias exposto sob o Arco do Triunfo, estima-se que 1 milhão de pessoas vieram lhe prestar uma última homenagem.

Festival de Cannes


O Festival de Cannes, criado em 1946, conforme concepção de Jean Zay, e até 2002 chamado Festival international du film, é um dos mais prestigiados e famosos festivais de cinema do mundo. Acontece todos os anos, no mês de maio, na cidade francesa de Cannes. O "mercado do filme" (marché du film) acontece paralelamente ao festival.

Catedral de Notre-Dame

A Catedral de Notre-Dame de Paris é uma das mais antigas catedrais francesas em estilo gótico. Iniciada sua construção no ano de 1163, é dedicada a Maria, Mãe de Jesus Cristo (daí o nome Notre-Dame – Nossa Senhora), situa-se na praça Parvis, na pequena ilha Île de la Citê em Paris, França, rodeada pelas águas do Rio Sena.

A catedral surge intimamente ligada à ideia de gótico no seu esplendor, ao efeito claro das necessidades e aspirações da sociedade da altura, a uma nova abordagem da catedral como edifício de contacto e ascensão espiritual.

A arquitectura gótica é um instrumento poderoso no seio de uma sociedade que vê, no início do século XI, a vida urbana transformar-se a um ritmo acelerado. A cidade ressurge com uma extrema importância no campo político, no campo económico (espelho das crescentes relações comerciais), ascendendo também, por seu lado, a burguesia endinheirada e a influência do clero urbano. Resultado disto é uma substituição também das necessidades de construção religiosa fora das cidades, nas comunidades monásticas rurais, pelo novo símbolo da prosperidade citadina, a catedral gótica. E como reposta à procura de uma nova dignidade crescente no seio de França, surge a Catedral de Notre-Dame de Paris.

domingo, 10 de maio de 2009

Baudelaire (Video - Animação)

http://www.youtube.com/watch?v=69eZg-VeE4w&feature=related

Baudelaire

"Embriague-se de noite ou ao meio-dia.
De vinho, virtude ou poesia."
Charles Baudelaire (França, 1821 - 1867)

Nascido em Paris, no dia 9 de abril de 1821, aos 6 anos fica órfão de pai e, pouco mais de um ano depois, a mãe casa-se novamente com um major: este acontecimento causará em Baudelaire um trauma cujas conseqüências repercutirão em toda sua vida.Em 1832, o padrasto é promovido a tenente-coronel e transferido para Lyon, matricula Baudelaire no Colégio Real daquela cidade, mas em 1836 retorna a Paris onde seu padrasto fora chamado para um cargo junto ao Estado Maior.Começa então a freqüentar o colégio "Louis lê Grand" onde, apesar de uma expulsão, consegue passar no baccalauréat em 1839, mesmo ano em que o padrasto é nomeado general.Nessa mesma época datam os primeiros ensaios poéticos e a colaboração anônima no jornal satírico Corsaire Satan. Em 1840, conflitos familiares levam o jovem poeta a morar sozinho na pensão Lévêque Bailly, onde conhece os poetas GustaveVavasseur e Enerts Prarond, e inicia um relacionamento com Sarah, uma judia cujo nome de guerra como prostituta era Louchette. O padrasto odiado, preocupado com a vida libertina de Baudelaire, consegue convencê-lo a viajar para o Oriente: assim cumprindo o périplo da África, primeiramente na ilha Maurício, em seguida na Ilha da Reunião, mas volta para França em fevereiro de 1842. Atingindo a maioridade recebe a herança do pai falecido, mas a superestimando passa a viver num apartamento na Ilha de Saint Louis e começa um relacionamento com a mulata Jeanne Duva, figurante no teatro da Porte Saint Antoine; mas tendo como ocupação maior a prostituição.Faz amizades com Nerval, Balzac, Gautier e Banville, freqüenta o "Club dês Hashishins", um grupo de fumantes de haxixe que se reunia no Hotel Pimodan, onde passa a morar.Inicia uma vida depravada que vai sugando de forma selvagem o patrimônio. Familiares do jovem poeta pedem que seja declarado incapaz pelo tribunal, que o acaba colocando sob a tutela de um curador, o tabelião Désiré Ancelle.Em 1845 publica Saison de 1845, publica também em varias revistas os primeiros poemas que iniciarão *LÊS FLEURS DU MAL. No mesmo ano tenta um suicídio frustrado que o faz momentaneamente se aproximar da família. Já em 1846 publica o Salon de 1846 no qual crítica sem piedade Vernet e exalta Delacroix; em 1847, uma revista publica La Fanfarlo. Inicia uma relação turbulenta com a atriz de teatro Marie Daubru, ficando ao lado dela até quando, velha e doente, não mais conseguirá levantar da cama. Começa então uma paixão por Apollonia Sabatier, chamada de "LA Presidente", animadora de um dos mais famosos salões artísticos da época. Em 1857 publica uma série de 18 poesias. Mas 1857 é o ano mais importante da produção literária de Baudelaire, no dia 25 de junho são publicadas Lês Fleurs du Mal que é logo violentamente atacado por Lê Figaro, o livro é recolhido poucos dias depois sob acusação de obscenidade e é condenado a um multa de 300 francos (reduzidos depois para 50) e o editor a uma multa de 100 francos e, mais grave, seis poemas devem ser suprimidos da publicação, condição sem a qual a obra não poderá voltar a circular. Sua admiração por Apollonia que havia correspondido seus cortejos, começa a esfriar, rebaixada da condição de musa para amante, não poderá ser mais para ele uma "Madonna".O falecimento do padrasto favorece uma certa reaproximação com a mãe visitando-a vez ou outra e escrevendo-lhe cartas carinhosas e desesperadas. A saúde de Baudelaire fica precária em conseqüência de uma sífilis contraída na juventude, que o leva recorrer ao éter e ao ópio. Em 1860 sai a segunda edição de Lês Fleurs du Mal.Baudelaire se candidata a cadeira da Academia antes ocupada por Lacordaire, fato que provoca uma forte manifestação negativa pela imprensa parisiense e, no ano seguinte, seguindo conselho de Saint Beuve, retira sua candidatura. Desapontado pela incompreensão dos seus compatriotas, deixa Paris e viaja para Bélgica mas não obtém o sucesso almejado. Retorna para a França onde sua situação financeira despenca e o leva a refugiar-se na Bélgica, os sinais da doença tornam-se mais evidentes com náuseas e vertigens. Em 1866 sai na Bélgica mais uma obra sua ,mas no dia 15 de março daquele ano o poeta cai no chão da igreja de Saint Loup, vítima de um ataque de paralisia com sintomas de afasia. Num desespero materno sua mãe rompe todos os obstáculos e chega ao encontro do filho no dia 2 de julho, removendo-o para Paris. Embora lúcido, perde completamente a fala e a paralisia progride velozmente até que no dia 31 de agosto de 1867, após longa agonia morre nos braços da mãe Charles Pierre Baudelaire aos 46 anos *LÊS FLEURS DU MAL tem sua publicação em português com uma seleção de suas poesias sob o titulo FLores das "FLORES DO MAL" de Baudelaire pela editora EDIOURO


Se você gostou e quer conhecer mais sobre esse poeta frances, é só entrar nos links abaixo... bom divertimento!!!


Para ler online: (em Português)
http://br.geocities.com/edterranova/baudela.htm

Para ler online: (em Françês)Les Fleur du Mal
http://hypermedia.univ-paris8.fr/bibliotheque/Baudelaire/Baudelaire.html

Para baixar: (em Françês) http://www.gutenberg.org/etext/6099 ou

sábado, 9 de maio de 2009

Av. Champs-Élysées/ Paris, França


Rio cena


Loja da grife Louis Vuitton


Loja da grife Louis Vuitton na famosa Champs-Élysées, em Paris, França.

Louis Vuitton, a marca da Luxuria


Louis Vuitton (Anchay, 4 de agosto de 1821 — Paris, 27 de fevereiro de 1982) foi um fabricante de malas e bolsas na segunda metade do século XIX, em Paris. Atualmente é uma famosa marca de artigos de luxo de renome internacional. Essa grife de luxo francesa é uma das principais divisões da LVMH sediada em Paris, França. Conhecido sobretudo para sacos e troncos, a empresa colabora com figuras proeminentes, para a comercialização e design (mais notavelmente supermodelo Gisele Bündchen e fashion designer Marc Jacobs). Renome internacional e altamente respeitados por nome reconhecimento no mundo da moda, como resultado LV tornou-se um dos mais falsificada marcas de luxo contemporâneo. LV é também uma das mais antigas casas de moda do mundo, tendo iniciado em 1854. Ele vende os seus produtos através do seu próprio rigor e de lojas de varejo on-line (como um esforço contra a falsificação). Fundamentalmente, concorre com Versace, Gucci, Chanel, Prada, Armani, Dolce & Gabbana, Christian Dior, Calvin Klein, Yves Saint Laurent e similares marcas de luxo.

quarta-feira, 6 de maio de 2009

A moda na França


Moda na França diz que novo lema é o 'chique e barato'
Cresce interesse de ricos por peças que reproduzem estilo de grifes, mas custam menos.

"Chique e barato" é o novo lema dos "fashionistas" na era da democratização do luxo, apontam especialistas em moda entrevistados pelo jornal francês "Libération".
"A aparência conta mais do que nunca", sentenciou Evelyne Chaballier, do Instituto Francês da Moda. Para a estudiosa, a sociedade acredita que "é preciso ter uma aparência jovem e na moda", não importando se a roupa vem de uma grife de alta costura, como Prada, ou de uma grande rede de moda popular, como a Zara.
Acabou o tempo em que a moda era um sinal visível de status social: grandes empresas fabricantes de moda a "baixo custo", como H&M, Zara, Mango e Topshop crescem cada vez mais, seguindo as mesmas tendências das grandes grifes.
Com a parceria entre nomes como Karl Lagerfeld, Roberto Cavalli e Stella McCartney e a rede de lojas H&M, a moda popular conquistou também as pessoas ricas, que não hesitam em comprar por um preço 15 vezes mais baixo "um casaco à Balenciaga" no lugar da peça original.
"De tanto ouvir algumas mulheres me dizerem que adoravam minha moda, mas não podiam permitir-se comprá-la, tive vontade de ir ao encontro delas", explicou Stella McCartney.
De acordo com o professor de ciências políticas Serge Carreira, o fim do século XX, as casas de moda tradicionais passaram a ser controladas por conglomerados como o grupo LVMH, e a moda tornou-se assunto de empresários, que para aumentar seu faturamento mudaram de velocidade, copiando os ciclos da "fast fashion": não mais apresentavam duas coleções por ano, mas também pré-coleções, "moda cruzeiro" etc, colocando no mercado pelo menos sete ou oito novas linhas a cada ano.

Além disso, foram criadas linhas de preços mais acessíveis, como D&G, da grife Dolce & Gabban, Just Cavalli, de Roberto Cavalli, e Armani Jeans, de Giorgio Armani.
"As marcas de 'fast fashion' apresentam as mesmas características das grifes de luxo, usam os mesmos fotógrafos para as campanhas publicitárias, têm a mesma clientela e as lojas estão nos mesmos pontos estratégicos, no centro das cidades, tornando cada vez mais tênue a fronteira entre a alta costura e a moda popular", disse Carreira.

terça-feira, 5 de maio de 2009

"À Procura de um Olhar"

Salut!

Salve, salve pessoal!!!
Aqui quem fala novamente é a Marciana!

Minha postagem de hoje será novamente uma dica de exposição em comemoração ao ano da França no Brasil!

Desta vez trata-se de uma mostra inaugurada semana passada na Pinacoteca de São Paulo, intitulada “À Procura de um Olhar”, que reúne olhares de brasileiros e franceses!

“À Procura de um Olhar” reúne 184 imagens dos franceses (ou radicados no país) Pierre Verger, Claude Lévi-Strauss, Marcel Gautherot, Jean Manzon, Bruno Barbey, Antoine D’Agata e Oliva Gay e dos brasileiros Luiz Braga, Mauro Restiffe e Tiago Santana.

Somando dez fotógrafos, entre brasileiros e franceses, com olhares bem distintos, mas que em alguns momentos conseguem se misturar em um único foco!

Vale apena conferir!


À PROCURA DE UM OLHAR

Quando: de 25/4 até 28/6
Onde: Pinacoteca do Estado (pça. da Luz, 2, tel. 0/xx/11/3324-1000); livre, exceto sala de D'Agata (14 anos)

Quanto: R$ 4; com entrada franca aos sábados!

Site: http://www.pinacoteca.org.br/


P.S.: "A imagem acima é de Antoine D'Agata (feita na Luz, em SP)."


Alors... espero que tenham gostado da dica!

au revoir!!!

domingo, 3 de maio de 2009


Paul Éluard, pseudônimo de Eugène Emile Paul Grindel ( 14 de dezembro de 1895, Saint-Denis, perto de Paris- 18 de dezembro de 1952, Chareton-le-Pont, perto de Paris) foi um poeta francês, autor de poemas que circulam clandestinamente durante a 2° guerra mundial, contra o Nazismo. Participou no movimento dadaísta, foi um dos pilares do surrealismo, abrindo caminho para uma ação artistica mais engajada, até filiar-se ao partido comunista Françês.Tornou -se mundialmente conhecido como O poeta da liberdade.

Inspirado nas obras desse grande artista da literutura francesa, colocamos a disposição, um poema sedutor e apaixonante, que demonstra a liberdade de expressão e suavidade na poesia do autor.




A agitação dum vestido que tomba

Depois um corpo simples sem nuvens

Venha assim confiar-me os seus charmes

Você que teve a sua parte de felicidade

E que muitas vezes chora o sinistro fado daquele que a fez feliz


Você que não tem vontade de pensar

Que nunca soube edificar um homem

Sem amar um outro


Nos espaços de marés dum corpo que se desnuda

À mama que se afigura ser crepúsculo

O olho passeia sobre as dunas distraídas

Onde as fontes guardam as unhas de mãos nuas


Vestígios da vanguarda nua face pálida sob as celhas do horizonte

Uma breve lágrima noiva do passado

Saber que o clarão foi fértilInfantis andorinhas julgam que a terra é o céu


O quarto negro onde todos os calhaus do frio estão afiados

Não me digas que não tens medo

O teu olhar está ao nível do meu ombro

És bela demais para exaltar a castidade



No quarto negro onde mesmo o trigo

Nasce da gulodiceFicas imutávelEstás só.



Tradução: Fernando Oliveira

Este poema provém do tema intitulado “ A rosa pública “ – 1933 – de Paul Eluard